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“O que vemos nas ruas é desanimador”, desabafa Secretário de Saúde de Blumenau

 

 

 

 

Na entrevista coletiva da noite desta quarta-feira (6/05/20), o Secretário de Promoção da Saúde, Winnetou Krambeck, se mostrou decepcionado com a falta de compromisso da população no esforço para evitar o contágio da Covid-19.

Krambeck disse que é desanimador transitar pelas ruas de Blumenau. Apesar de todo esforço que é feito para informar a população sobre as medidas para evitar a propagação do novo coronavírus, as pessoas não têm seguido as orientações. Ele também se referiu ao uso de máscaras, o isolamento social, a lavagem das mãos com água e sabão ou álcool em gel, além do distanciamento.

“Não adianta o poder público se esforçar para conseguir os testes rápidos, fazer a articulação com os hospitais, se a população deixar de fazer a sua parte. Apesar das ações que estão sendo feitas, a população ainda não entendeu a gravidade da situação e nem do momento que estamos vivendo”, desabafou Krambeck,

“As pessoas simplesmente relaxaram e acharam que passou. E na verdade o vírus está entre nós, e se continuar assim, nós podemos ter um impacto na nossa cidade”, finalizou o secretário.

Hildebrandt comentou que saiu uma matéria na imprensa afirmando que técnicos da pasta da saúde afirmaram que a tendência é Santa Catarina virar uma nova São Paulo, um polo do vírus. “Eu não acredito nisso. Mas eu só posso continuar acreditando que isso não irá acontecer, se as pessoas pegarem junto”. Porém, o governador Carlos Moisés já comentou em uma entrevista coletiva que a informação é Fake news, a secretaria da saúde não divulgou nada em relação a isso.

O prefeito lembrou do esforço do poder público para garantir o número de leitos em UTI. Destacou que as orientações são repassadas para todos saírem ganhando, inclusive aquele familiar que pode morrer de Covid-19, mas ainda não sabe que está com a doença.

“Estamos lidando com um vírus imprevisível. É diferente de uma enchente, em que prevemos 12 horas antes quantos metros o rio chegará. Apesar de trabalharmos com previsões, não sabemos até quando essa doença vai durar, nem quantos serão infectados”, destacou Hildebrandt.

Confira os trechos da entrevista citados no texto :

 

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