Governador Moisés institui o Governo sem Papel e prevê uma economia de R$ 29 milhões por ano

Foto: Peterson Paul / Secom

 

 

Foto: Peterson Paul / Secom

 

Sem caneta, mas com alguns cliques ao computador, o governador Carlos Moisés assinou o decreto que institui o Governo sem Papel. Até o próximo dia ?2 de abril?, os cerca de 800 mil processos e documentos que tramitam anualmente na estrutura administrativa do Executivo estadual estarão digitalizados. A medida, segundo Carlos Moisés, significa mais agilidade, transparência e uma economia anual de R$ 29 milhões, considerando apenas os gastos com material de expediente e despesas com transporte e digitalização de documentos.

“É praticamente o valor que vai custar a reforma nas pontes de entrada e saída de Florianópolis”, comparou o governador. Moisés disse ainda que toda ação que resulta em economia será revertida em investimento em setores como a infraestrutura, por exemplo. O governador também destacou o empenho da secretaria de Estado da Administração que coordenou o processo de implantação do Governo Digital, cumprindo metas e prazos.

secretário de Estado de Administração, coronel Jorge Eduardo Tasca, explicou que o decreto regulamenta como os processos e os documentos digitais vão tramitar no âmbito do Executivo e que os servidores já estão sendo treinados para implementar o novo modelo em suas secretarias, até o começo de abril. “Essa etapa é muito importante para que todas as situações administrativas sejam contempladas de maneira adequada”, afirmou.

Tasca também pontuou que o instrumento digital traz mais segurança, transparência e celeridade para a administração pública. “Somado a tudo isso, nós também teremos a garantia de que o documento estará ali, a rastreabilidade, as peças que foram inseridas, as alterações que foram feitas. Pelo meio digital a gente também melhora o acesso à informação, saberá quanto tempo um processo está em uma determinada seção, o que nos possibilitará cobrar trâmites e decisões mais rápidas, principalmente para o cidadão que demanda o poder público” concluiu o secretário Tasca.

As informações foram divulgadas pelas assessora de imprensa Francieli Dalpiaz, do Governo de Santa Catarina.