Quem passou pelo pavilhão Eisenbahn Biergarten na última segunda-feira, feriado de 7 de Setembro, viu além da tradição alemã no palco, também uma apresentação da dança do ventre. O grupo de mulheres são alunas da professora Givanete Tonin. Rodrigo Bernz entrevistou na ocasião a professora que falou um pouco sobre o seu trabalho neste tipo de atividade cultural tão peculiar.
Rodrigo Bernz: Como surgiu e o que tem de tão especial a dança do ventre?
Givanete Tonin: A dança do ventre tem origem desconhecida mas é uma arte muito graciosa que trabalha a musculatura, coordenação motora, autoestima, postura e principalmente o ventre. Através dela, a mulher aumentava a segurança ao ter um parto normal de forma mais tranquila. É uma dança completa e muito feminina, que te deixa segura.
Rodrigo Bernz: Em que momento a dança do ventre entrou na sua vida?
Givanete Tonin: Eu fazia dança folclórica alemã na minha cidade, mas eu queria algo mais pessoal. Daí fiz um curso de dança do ventre com Renata Lobo, uma referência nessa arte, e me apaixonei. Fiquei trabalhando com ela durante 8 anos, depois montei uma escola no Paraná, onde lecionei pelo mesmo período. Depois comecei a me apresentar para o público também.
Rodrigo Bernz: Há quanto tempo você está em Blumenau?
Givanete Tonin: Estou desde abril desse ano, mas já conheço a cidade há anos, por participar dos eventos de dança folclórica alemã, já que coordenava um grupo no Paraná. Hoje ofereço curso de dança do ventre na Loops Academia.