O GPS dos moradores do Loteamento Manarim, na Velha Central, vai precisar de uma atualização amigável. No último sábado (28/02/26), a comunidade se reuniu para tirar do papel — e colocar nas placas — os novos nomes de cinco ruas que, até então, eram conhecidas apenas por letras e números frios. O evento não foi só sobre endereços, mas sobre dar identidade e dignidade para quem vive ali.
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A movimentação começou no coração da própria vizinhança. O morador Sérgio Aguiar, que há tempos batia na tecla de que a região precisava de mais reconhecimento, levou a ideia ao gabinete do vereador Bruno Cunha. O parlamentar fez a ponte com a Câmara e a Prefeitura, transformando o desejo dos moradores em lei, com registro oficializado no Diário Oficial dos Municípios em 22 de dezembro de 2025.
Nomes que contam histórias
Durante o encontro, certificados foram entregues às famílias de cinco pessoas que agora emprestam seus nomes ao mapa da cidade: Zeny de Aguiar, Christina Izabela Brod, Arlindo Afonso Eidt, José Althof e o pequeno Bernardo Pabst da Cunha.
A homenagem a Bernardo trouxe um peso emocional extra. Vítima do trágico atentado ao CEI Cantinho Bom Pastor, o menino agora tem seu nome eternizado em uma rua do bairro. Seus pais, Edson da Cunha Junior e Jennifer Pabst, receberam a honraria em um momento de silêncio e reflexão sobre a segurança e o futuro das crianças na cidade.
Mais que placas, identidade
O vereador Bruno Cunha, que tem uma relação próxima com o bairro da Velha, reforçou que o batismo das vias é um primeiro passo para outras melhorias que a comunidade aguarda. Segundo ele, a mudança mostra que a participação direta dos moradores é o que realmente faz a engrenagem pública girar. Entre abraços e certificados, o loteamento deixou de ser um conjunto de coordenadas para se tornar um lugar com história em cada esquina.
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