Quando o assunto é vacinação em Santa Catarina, o governo do estado informou que os resultados são acima da média nacional. De acordo com dados do painel de cobertura vacinal de 2025, o Estado superou os números nacionais em 18 das 20 vacinas avaliadas.
Segundo o levantamento do governo catarinense, a imunização contra a tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) atingiu 97,5% do público prioritário. A cobertura da vacina contra a poliomielite alcançou 92,6% e a vacina pneumocócica chegou a 96%.
Esses resultados, ainda segundo a gestão estadual, são reflexo de um trabalho contínuo das equipes de saúde e dos municípios. “As ações que desenvolvemos ao longo do ano estão refletindo em bons resultados, mas é preciso continuar melhorando para imunizar ainda mais pessoas e reduzir doenças evitáveis”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi.
Estratégia que vai além da sala de vacina
O governo de Santa Catarina destaca que o bom desempenho é resultado de uma série de estratégias adotadas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Entre elas está a busca ativa por pessoas com vacinas em atraso, com checagem da situação vacinal, convocação e acompanhamento de casos — principalmente em esquemas que exigem múltiplas doses, como os destinados a crianças, adolescentes, gestantes e outros grupos prioritários.
Outro ponto citado pela SES é a ampliação do acesso: os municípios têm sido incentivados a oferecer vacinação em horários estendidos, realizar campanhas em escolas e creches, e levar as doses até comunidades mais distantes, em ações chamadas de “extramuros”. Também são promovidos dias de intensificação da vacinação em localidades estratégicas.
A qualificação das salas de vacina e das equipes de atendimento também faz parte das ações mencionadas. O governo afirma que tem investido em treinamentos, padronização de procedimentos, supervisão técnica e melhoria dos registros, com o objetivo de evitar perdas de oportunidade.
Além disso, o processo inclui monitoramento contínuo, com acompanhamento dos dados por município e unidade de saúde. Isso permite — de acordo com a SES — corrigir rapidamente eventuais quedas na cobertura em áreas específicas.
Por fim, a Secretaria reforça a importância da integração com a Atenção Primária à Saúde e do trabalho de comunicação com as famílias, para combater a desinformação com orientações claras e baseadas em evidências.
A meta: proteger a todos
Segundo o governo de Santa Catarina, alcançar coberturas vacinais acima de 90% é um passo fundamental para proteger a população e manter sob controle doenças que podem ser evitadas. Embora os dados sejam positivos, a Secretaria da Saúde reforça que o trabalho precisa continuar, para garantir que mais pessoas sejam imunizadas e que os índices se mantenham altos nos próximos anos.
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