segunda-feira, 6 dezembro 2021
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Professores da rede estadual decidem manter greve e governo busca alternativa

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Na tarde desta quinta-feira (14), a Assembleia Estadual do Magistério decidiu pela manutenção da greve. Segundo informações divulgadas no site do Sinte/SC, “os trabalhadores/as da educação não aceitaram a proposta do Governo que não trouxe garantias concretas para as principais pautas de revindicação como o pagamento de 13,01% do Piso na carreira, retroativo a janeiro, não incorporação da regência de classe, não contratação de ACTs como horistas entre outros pontos. Na minuta enviada pelo Estado constava apenas a anistia de faltas de 2012 a 2014 e a revisão de parte da redação do decreto das progressões. Também serão mantidos as ocupações da ALESC e SED”.

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Para avaliar as opções e definir uma ação, o Governo do Estado se reuniu na manhã desta sexta-feira (15). A secretaria de educação disse que a paralisação é de baixa adesão (menos de 10% dos professores estão parados) e a grande maioria das escolas estão com as atividades normalizadas. Um comunicado informou que, a pedido dos deputados estaduais, abriu negociação e propôs o atendimento de diversas demandas do sindicato. A secretaria disse que cumpre a Lei do Piso, sendo que menor remuneração de um professor de 40 horas é igual a R$ 2.661,00, o que equivale a um valor 38% superior ao piso nacional do magistério.

Considerando que o Termo de Acordo construído pelo Governo do Estado, Alesc e Sinte foram rejeitados na assembleia de quinta (14), as condições propostas foram canceladas. Para retomar a normalidade das atividades em todas das unidades escolares da rede estadual, a Secretaria de Estado da Educação está orientando às Gerências Regionais para organizarem imediatamente as condições para:

  • contratação de professores substitutos;
  • organização do calendário escolar para reposição das aulas perdidas.

O Governo orienta aos pais entrarem em contato com a direção da escola onde seu filho estuda para receber informações sobre a normalidade das atividades e a reposição do calendário escolar.

Fontes: Secretaria da Educação | Sinte-SC

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