domingo, 23 janeiro 2022
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Oktoberfest: rapidez na limpeza e uma central que identifica problemas, inclusive alerta a presença de criminosos

Por Claus Jensen, com cobertura de Marlise Cardoso Jensen

Na manhã desta segunda-feira (01/10/2018) fomos conferir como funcionarão os serviços de limpeza e a Central de Controle do Evento, durante a maior festa alemã das Américas. Marlise Cardoso Jensen falou com as pessoas responsáveis por estas áreas dentro da Oktoberfest. Enquanto gravávamos as entrevistas, os novos contratados recebiam treinamento.

 

 

Durante a Oktoberfest 2018, irão trabalhar 350 pessoas na limpeza dos quatro pavilhões, e da área externa do Parque Vila Germânica, segundo Lucia Gotten de Lima. Ela é a gerente operacional de eventos da Minister, empresa que ganhou a licitação do serviço.  As equipes se dividirão em dois horários: durante o dia e na festa. No fim de semana, quando há uma demanda maior, haverá um reforço de pessoas.

Assim que a festa acaba em cada dia, as três máquinas utilizadas na limpeza começam a ser operadas pelos funcionários. São uma varredeira e duas lavadoras, essas últimas usadas na parte interna dos pavilhões, que mesmo nos dias de semana já começam às 5h. Na sexta, sábado e domingo; quando o público é maior e o tempo para limpeza menor, tudo é finalizado em 6h. Quando os portões irão abrir às 11h, estará tudo  limpo.

 

Lucia Gotten de Lima, Milton Goetten de Lima e Philipe Henrique da Cunha

 

Milton Goetten de Lima, é gerente de monitoramento, e nos explicou como funcionará a central que vai vigiar cada movimento dentro da festa. “Nesse ano decidimos montar uma central que monitorasse tudo que acontece dentro dos pavilhões. Desde limpeza, segurança, brigadistas, além das polícias civil e militar. Teremos um sistema de rádio integrado com todos esses órgãos, inclusive na administração da Oktoberfest”.

A estrela da vez é o sistema de reconhecimento facial que fotografa cada pessoa que entra, identificando um criminoso e gerando o alerta à central. Um banco de dados terá cadastrado dez nomes, com fotos dos mais perigosos ou procurados em Blumenau, inclusive cambistas fichados.

O sistema também vai auxiliar em demandas como a identificação de problemas que possam acontecer, como um pavilhão que tenha atingido sua lotação máxima, roubo de celular ou carteira, fechar banheiro por estar entupido, etc … Com isso, será criado um histórico que irá orientar as ações para o próximo ano. através de um aplicativo.

O coordenador técnico, Philipe Henrique da Cunha, lembrou que isso facilita a distribuição e organização das equipes de acordos com as demandas que surgirem. “Podemos aproveitar melhor o que cada colaborador pode fazer. Integra a tecnologia de ponta com nossa vontade de atender com perfeição”, finaliza.

Na entrevista tem um pouco mais detalhes.

 

O Blumenauense
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