Quem passa por Blumenau e decide cruzar as portas do Museu da Cerveja dificilmente sai apenas com fotos no celular. Em 2025, mais de 8,4 mil pessoas viveram essa experiência, segundo registros feitos no livro de presença do próprio museu. São assinaturas que contam histórias — e que ajudam a medir o alcance de um espaço que vai muito além das vitrines.
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Ao longo do ano, visitantes de 55 países circularam pelas salas do museu. Gente curiosa para entender como a bebida é produzida, quais são os estilos, como a cerveja se conectou à história do município e por que Blumenau carrega o título de Capital Brasileira da Cerveja. Um roteiro que mistura informação, identidade local e, claro, momentos de descontração.
Outubro foi, disparado, o mês mais movimentado. Nada por acaso: a Oktoberfest transforma a cidade e puxa um fluxo intenso de turistas, muitos deles aproveitando a viagem para conhecer o museu. Na sequência aparecem os períodos de férias escolares e os feriados, quando a região costuma ficar mais cheia e o passeio entra facilmente no radar de quem visita Blumenau.
E o cenário para o futuro anima. Com nove feriados nacionais previstos para 2026, a expectativa é de ainda mais movimento. Segundo a gestora Vanessa Tomio Zanetti Koch, as folgas prolongadas têm impacto direto no número de visitantes. A equipe, diz ela, já trabalha considerando um ano mais agitado, especialmente em datas estratégicas do calendário turístico.
Um dos aspectos que mais chamam atenção é a diversidade de nacionalidades. O museu recebeu turistas da Alemanha, Áustria, Portugal, França, Índia, Japão, Austrália, Uganda, África do Sul, Marrocos e Tunísia, entre outros. Todos os países da América do Sul também aparecem nos registros. Para atender esse público, o espaço oferece visitas com atendimento em inglês, desde que agendadas previamente.
Entre os brasileiros, o mapa é completo: há visitantes de todos os estados da federação. São Paulo lidera o ranking, mas há registros vindos de norte a sul do país, o que reforça o papel do museu como atração turística nacional.
O passeio acontece em um complexo com oito salas temáticas. Ao longo do percurso, o visitante caminha pela história da cerveja, entende sua relação com a região, conhece processos de produção e diferentes estilos. A visita inclui ainda a degustação de dois rótulos e termina, para muitos, no Biergarten do museu — um espaço ao ar livre, com vista para o Rio Itajaí-Açu, opções gastronômicas e parque infantil, ideal para quem viaja em família.
O Museu da Cerveja funciona todos os dias, das 9h30 às 16h, com exceção do último domingo de cada mês. Em janeiro, o ingresso custa R$ 60,00, com direito à meia-entrada conforme a legislação. A partir de fevereiro, o valor volta à tarifa de média temporada, fixada em R$ 40,00. Informações adicionais estão disponíveis no site oficial e nas redes sociais do museu.
No fim das contas, o que os números mostram é mais do que estatística. Revelam que, em Blumenau, a cerveja também é história, turismo e ponto de encontro — um convite para conhecer a cidade com calma, curiosidade e, quem sabe, um brinde ao final do passeio.
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Oktoberfest Blumenau 2025 bate recordes de público e lucro





