Dalva Paterno, de 56 anos, foi assassinada nesta segunda-feira (4/08/25) na Rua Olga Bohn, no bairro Figueira, em Gaspar (SC). De acordo com a Polícia Civil, testemunhas viram o ex-companheiro da vítima deixando a casa pouco depois do crime. Ele é apontado como o principal suspeito.
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A Justiça havia expedido uma medida protetiva na última sexta-feira (1º), proibindo o homem de se aproximar da mulher. Ele foi notificado da decisão no sábado (2), mas, mesmo assim, invadiu a residência e a atacou. O corpo foi encontrado sem vida pela filha e a neta.
Equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu foram acionadas, porém a vítima não resistiu aos ferimentos causados por golpes de faca. Após o homicídio, o suspeito fugiu em direção a uma área de mata próxima. Desde então, as forças de segurança realizam buscas com apoio do helicóptero Águia, do canil da PM e do Pelotão de Patrulhamento Tático. Polícia Civil e Polícia Científica também estão no local, que permanece isolado.
Dalva deixa duas filhas e um filho. Mais uma vez, um crime brutal escancara a incapacidade de alguns homens em lidar com o fim de um relacionamento. A decisão de romper não deveria jamais representar uma sentença de morte. A sociedade segue enfrentando as consequências da fragilidade emocional que, transformada em violência, destrói vidas e famílias.
A filha da mulher assassinada deu um depoimento ao repórter Paulo Flores.
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