
Há sons que parecem chegar de um lugar conhecido, embora seja difícil dizer exatamente de onde. Na música do Maxjoseph, a Steirische Harmonika — o acordeão diatônico da Estíria — pode evocar uma festa de aldeia nos Alpes; a tuba conserva a gravidade das bandas de sopro; o violino traz a agilidade das danças populares; e o violão acrescenta a clareza e a precisão da música de câmara. Mas basta a melodia avançar alguns compassos para que essas referências deixem de ocupar os lugares esperados. A tuba ganha mobilidade, o violino se lança por novas linhas, o violão abandona a função de simples acompanhamento e o acordeão encontra harmonias que se aproximam do jazz.
É música bávara, sem dúvida — mas não como peça de museu, cartão-postal turístico ou repetição nostálgica do passado. É uma tradição colocada novamente em movimento.
Para grande parte do público brasileiro, especialmente fora dos círculos dedicados à cultura de língua alemã, a expressão Neue Volksmusik ainda é pouco familiar. Sua tradução mais direta, “nova música folclórica”, ajuda, mas não explica tudo. O termo designa um campo amplo da música contemporânea, desenvolvido sobretudo no sul do território europeu de língua alemã, no qual artistas combinam elementos das tradições regionais com jazz, rock, folk, música clássica, eletrônica e outras linguagens.
Mais do que um gênero com regras fixas, a Neue Volksmusik representa uma atitude diante da herança cultural. Em vez de apenas conservar repertórios e modos de tocar, os músicos os tratam como matéria viva para novas composições. Instrumentos, ritmos, dialetos e formas tradicionais permanecem reconhecíveis, mas deixam de impor fronteiras. A tradição já não é somente aquilo que se recebe das gerações anteriores; torna-se também algo que cada geração pode interrogar, transformar e continuar.
QUANDO OS ALPES ENCONTRARAM NOVOS SONS
As primeiras experiências comparáveis surgiram durante a década de 1970, mas a Neue Volksmusik consolidou-se como movimento sobretudo no final dos anos 1980, na região alpina da Alemanha, da Áustria e da Suíça. Também chamada, em determinados contextos, de Neue Volxmusik ou Tradimix, encontrou seus primeiros caminhos em nomes como Werner Pirchner, Fredl Fesl e Biermösl Blosn. Mais tarde, Hubert von Goisern ajudaria a projetar essa renovação para públicos ainda maiores.
Esse percurso nunca formou uma escola única. Há projetos movidos pelos dialetos e pela crítica social; outros assumem a energia das bandas de sopro ou seguem uma direção essencialmente instrumental e camerística. Artistas e formações como Herbert Pixner, LaBrassBanda, Fäaschtbänkler e Maxjoseph demonstram como essa cena permanece diversificada e artisticamente fértil.
Também é importante não confundir Volksmusik com volkstümliche Musik. Embora os termos pareçam próximos, o segundo costuma designar uma música comercial de entretenimento que utiliza imagens idealizadas da vida rural e elementos folclóricos facilmente reconhecíveis. A Neue Volksmusik, ao contrário, frequentemente questiona esses clichês. Sua relação com a identidade regional não depende de reproduzir uma Baviera congelada no tempo, mas de perguntar como essa cultura soa no presente.
É nesse território aberto que se encontra o Maxjoseph.

QUATRO INSTRUMENTOS E NENHUMA FUNÇÃO PREVISÍVEL
O Maxjoseph foi formado em Munique, em 2017, por músicos que estudaram na Universidade de Música e Teatro da cidade (Hochschule für Musik und Theater München). Atualmente, o quarteto é composto por Georg Unterholzner, no violão; Andreas Winkler, na Steirische Harmonika; Nathanael Turban, no violino; e Florian Mayrhofer, na tuba.
No papel, essa combinação pode sugerir uma formação de música folclórica tradicional. Na prática, porém, o quarteto desmonta essa expectativa. Nenhum instrumento permanece preso a uma função única e nenhum integrante ocupa permanentemente o centro. A melodia circula, o acompanhamento se converte em comentário e a sustentação rítmica pode surgir de onde menos se espera. As improvisações revelam a influência do jazz; o cuidado com dinâmica, timbre e equilíbrio mostra a formação clássica; e os gestos melódicos preservam a ligação com a música popular bávara.
O próprio nome do grupo traduz esse encontro entre história regional e linguagem contemporânea. A ideia nasceu de uma referência bem-humorada a bandas batizadas com nomes de personagens históricos, como Franz Ferdinand. Os músicos procuravam uma denominação de sonoridade inequivocamente bávara e chegaram a Max Joseph, nome associado a diferentes figuras da história regional. Segundo Florian Mayrhofer, a precisão histórica ou uma homenagem monárquica nunca foi o centro da escolha: importava encontrar um nome forte, local e fácil de recordar. Há ainda um contraste curioso nessa referência a um governante: o Maxjoseph trabalha coletivamente, sem um líder artístico central.
A formação já passou por uma transformação significativa. Em seus primeiros anos, o conjunto reunia Andreas Winkler e Josef Steinbacher em dois acordeões diatônicos da Estíria, ao lado de Georg Unterholzner e Florian Mayrhofer. Com a saída de Steinbacher e a entrada de Nathanael Turban, o violino trouxe novas extensões, cores e possibilidades de diálogo. A mudança se tornou audível durante a preparação do segundo álbum e ampliou ainda mais o caráter camerístico do grupo.
DA DESCOBERTA A UM NOVO CAPÍTULO
A trajetória discográfica do Maxjoseph pode ser acompanhada como um processo contínuo de descoberta e amadurecimento. O álbum de estreia, Neue Welt, lançado em 2021, apresentou treze composições autorais e já anunciava a proposta do quarteto: partir da música popular para explorar harmonias do jazz, procedimentos da música clássica e ritmos que ultrapassam as fronteiras regionais.
Dois anos depois, Tabula Rasa marcou simultaneamente uma continuidade e um recomeço. Lançado em 2023, o disco registrou a transição entre as duas formações — Josef Steinbacher ainda participa de algumas faixas, enquanto o violino de Nathanael Turban abre um novo campo sonoro. O título, que em latim sugere uma “tábula rasa”, combina com um grupo disposto a rever a própria arquitetura sem apagar aquilo que já havia construído.
Em 2025 chegou NAU, terceiro álbum do Maxjoseph. O trabalho aprofunda a leveza, a precisão e a liberdade que se tornaram marcas do quarteto. Aqui, a aproximação entre música popular e música de câmara aparece não como contraste forçado, mas como uma conversa natural. O resultado pode soar elegante sem ser solene, complexo sem perder espontaneidade e profundamente regional sem exigir que o ouvinte conheça previamente a Baviera.
Essa trajetória ganhará um novo capítulo ainda em 2026. Durante a entrevista ao Hallo Heimat, a banda revelou que o quarto álbum, Lagom, será lançado no outono europeu. O trabalho dará continuidade à pesquisa do quarteto sobre novas combinações sonoras para sua formação instrumental.
Essa capacidade de criar a partir da tradição também recebeu reconhecimento institucional. Em 2024, o Maxjoseph esteve entre os contemplados com o Musikstipendium da cidade de Munique, destinado principalmente a jovens artistas e formações ainda não estabelecidas, com atenção especial a formas contemporâneas de criação. Em 2026, o grupo recebeu o Innovationspreis für zeitgenössische Volkskultur, concedido pela capital bávara a trabalhos inovadores e capazes de tornar a cultura popular perceptível em um contexto atual.
Os prêmios ajudam a situar o Maxjoseph na vida cultural de Munique, mas não explicam sozinhos o interesse despertado pelo quarteto. Seu principal argumento continua sendo o som: uma música instrumental autoral, construída coletivamente e capaz de partir de referências profundamente bávaras para alcançar ouvintes muito além da região.

UMA MÚSICA ENRAIZADA, MAS SEM FRONTEIRAS
Apresentar o Maxjoseph ao Brasil é também revelar uma Baviera mais ampla do que aquela difundida pelos estereótipos. A região das bandas de sopro, das danças e das festas tradicionais é igualmente um espaço de formação clássica, improvisação e criação contemporânea. Essa perspectiva encontra ressonância especial no Sul brasileiro, onde descendentes de imigrantes alemães mantêm associações, corais, festas, dialetos e repertórios transmitidos entre gerações. A cultura que atravessa o oceano nunca permanece intacta — e talvez sua continuidade dependa justamente da capacidade de ganhar novas vozes.
O Maxjoseph trabalha nesse encontro entre memória e invenção: sua música permanece enraizada na Baviera, mas procura dialogar com ouvintes que nunca caminharam pelos Alpes e talvez estejam descobrindo agora a Neue Volksmusik.
ENTREVISTA EXCLUSIVA — ANDREAS WINKLER: “ESSA LIBERDADE É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS”
Em nome do quarteto, Andreas Winkler conversou com o Hallo Heimat sobre a identidade musical do Maxjoseph, a cena contemporânea da Baviera, o processo coletivo de composição, os álbuns do grupo e o significado de Heimat.
HALLO HEIMAT: Para um público brasileiro que talvez esteja ouvindo o termo pela primeira vez, como vocês explicariam o que é a Neue Volksmusik? E em que medida o Maxjoseph se identifica — ou não — com essa definição?
ANDREAS WINKLER: Para nós, o termo Neue Volksmusik descreve uma música que nasce de uma linguagem musical tradicional, mas que, ao mesmo tempo, se abre naturalmente a outras influências. A Baviera e toda a região alpina possuem uma tradição de música folclórica incrivelmente rica e diversificada. Estamos familiarizados com esse universo musical, e nossos instrumentos — acordeão diatônico da Estíria, violino, violão e tuba — naturalmente mantêm uma forte ligação com ele. Ao mesmo tempo, todos nós estudamos na Universidade de Música e Teatro de Munique e viemos de formações musicais muito diferentes. A música clássica, o jazz, a improvisação e a música contemporânea fazem parte da nossa linguagem musical na mesma medida. Portanto, o termo Neue Volksmusik certamente se aplica ao Maxjoseph até certo ponto. Ao mesmo tempo, não procuramos conscientemente nos enquadrar em um gênero específico. Simplesmente escrevemos a música que nos interessa. Algumas vezes, ela soa muito próxima da música folclórica tradicional; em outras, distancia-se bastante dela. Essa liberdade é muito importante para nós.
HALLO HEIMAT: A Baviera possui uma tradição musical muito forte, mas também uma cena contemporânea que raramente chega ao público brasileiro. Como vocês descreveriam essa cena atualmente e qual é o lugar do Maxjoseph dentro dela?
ANDREAS WINKLER: A cena musical da Baviera é hoje extremamente diversificada. Ao lado da música folclórica tradicional, existem muitos músicos que se relacionam profundamente com suas raízes musicais e as utilizam para criar algo próprio. A tradição não é necessariamente vista como algo que precisa ser preservado sem alterações, mas como um material musical que pode continuar evoluindo. Consideramos isso muito estimulante.
O Maxjoseph certamente faz parte desse desenvolvimento, mas, desde o início, também nos concedemos uma grande liberdade. Nossa música é inteiramente instrumental e formada exclusivamente por composições próprias. Não queremos copiar a música folclórica tradicional, tampouco procuramos conscientemente “modernizá-la”. O que nos interessa muito mais é descobrir que tipo de música pode nascer hoje de nossos instrumentos e de nossas diferentes experiências musicais.
HALLO HEIMAT: O Maxjoseph aproxima música folclórica bávara, jazz e música clássica. Como vocês transformam essas diferentes influências em uma linguagem própria, sem que o resultado pareça apenas uma combinação de gêneros?
ANDREAS WINKLER: Na verdade, procuramos não combinar conscientemente diferentes gêneros. Se alguém estivesse compondo e pensando: “Agora precisamos de um pouco de jazz e, depois, de música clássica”, o resultado provavelmente soaria bastante artificial. Em vez disso, essas diferentes influências entram naturalmente na música por meio de nós quatro. Cada um traz sua própria formação musical, seus hábitos de escuta e sua maneira de tocar. Somam-se a isso as possibilidades e as características particulares de nossos instrumentos. Uma peça pode começar, por exemplo, com uma melodia muito simples, de caráter folclórico. Por meio da harmonia, do ritmo, da improvisação e do nosso trabalho coletivo sobre a sonoridade e a forma, ela pode se transformar em algo completamente diferente. No fim, o que importa para nós não é de qual gênero vem determinado elemento, mas se a composição funciona como um todo e se soa como nós.
HALLO HEIMAT: Como nasce uma composição do Maxjoseph? Ela costuma partir da proposta de um integrante, de uma melodia, de uma improvisação ou de algum elemento da tradição? E como essa ideia inicial se transforma durante o processo coletivo do grupo?
ANDREAS WINKLER: Na maioria das vezes, uma composição começa com um de nós. Pode nascer de uma melodia, de uma ideia harmônica, de um ritmo ou, às vezes, simplesmente de uma atmosfera específica. Frequentemente, um de nós leva para o ensaio uma composição já relativamente concreta. Mas é justamente nesse momento que o processo decisivo começa. Experimentamos muito, e cada integrante contribui tanto com as possibilidades de seu instrumento quanto com suas próprias ideias. Algumas vezes, uma peça muda apenas em pequenos detalhes; em outras, desenvolve-se em uma direção completamente inesperada. Ao longo dos anos, também aprendemos a escrever de maneira muito específica para a nossa formação instrumental. Hoje temos uma boa percepção do que é possível fazer com o violino, o acordeão diatônico da Estíria, o violão e a tuba — e, ainda assim, continuamos descobrindo novos sons. É justamente isso que mantém tão interessante, para nós, o processo de composição para o Maxjoseph.
HALLO HEIMAT: A música instrumental não conta histórias por meio de palavras. Quando vocês compõem, imaginam paisagens, pessoas, situações ou emoções específicas? Como essas referências chegam aos títulos das peças e às histórias apresentadas durante os concertos?
ANDREAS WINKLER: Muitas de nossas composições realmente têm como ponto de partida imagens, situações ou experiências pessoais. Algumas vezes, uma história já existe durante o processo de composição; em outras, essa relação surge somente mais tarde. Por isso, os títulos de nossas músicas nascem de maneiras muito diferentes. Alguns fazem referência a lugares ou experiências específicas; outros descrevem determinada atmosfera, enquanto alguns surgem quase como uma brincadeira. Durante nossos concertos, gostamos de contar as histórias que existem por trás de determinadas peças.
Isso oferece ao público um pequeno ponto de entrada na música, sem definir aquilo que as pessoas devem sentir ao ouvi-la. Para nós, essa abertura é uma das coisas mais bonitas da música instrumental. Podemos contar ao público qual imagem tínhamos em mente quando compusemos determinada peça, mas alguém que escute a mesma música poderá associá-la a uma história completamente diferente.
HALLO HEIMAT: Como a identidade musical do Maxjoseph mudou entre os álbuns Neue Welt, Tabula Rasa e NAU? Vocês os enxergam como etapas de uma mesma trajetória artística ou como capítulos distintos da história da banda?
ANDREAS WINKLER: Definitivamente, enxergamos os três álbuns como diferentes etapas de um processo contínuo de desenvolvimento. Neue Welt foi nosso primeiro álbum e, de certa maneira, seu título já expressa aquilo que estava acontecendo naquele momento: estávamos descobrindo nosso próprio universo musical e explorando o que era possível fazer com essa formação instrumental incomum. Com Tabula Rasa, tornamo-nos mais ousados. Queríamos nos libertar ainda mais das expectativas e pensar nossa música de maneira mais aberta. Com NAU, finalmente sentimos que havíamos encontrado de maneira ainda mais clara a nossa linguagem musical compartilhada. Ao longo dos anos, as composições, os arranjos e, especialmente, nossa maneira de tocar juntos tornaram-se cada vez mais naturais e intuitivos. Ao mesmo tempo, certamente não consideramos que esse desenvolvimento esteja concluído. No outono europeu de 2026, será lançado nosso quarto álbum, Lagom. Com esse trabalho, estamos mais uma vez procurando descobrir novas possibilidades dentro de nossa formação instrumental. Para nós, provavelmente a pior coisa seria chegar a um ponto em que já soubéssemos exatamente como uma nova composição do Maxjoseph “deveria” soar.
HALLO HEIMAT: A palavra Heimat ocupa um lugar importante na cultura de língua alemã. O que ela significa pessoalmente para cada um de vocês? E como transformar experiências tão ligadas à Baviera em uma música capaz de dialogar também com quem nunca esteve na região?
ANDREAS WINKLER: Heimat é um conceito muito pessoal, e provavelmente cada um de nós quatro o descreveria de uma maneira um pouco diferente. Para nós, Heimat está muito relacionada às pessoas, às paisagens, à língua, às memórias e, naturalmente, à música. Somos originários da Baviera, e essa formação naturalmente nos influenciou. Mas não compreendemos Heimat como algo fechado ou exclusivo. Como músicos, especialmente, viajamos muito, encontramos pessoas de diferentes lugares e culturas e constantemente levamos conosco novas impressões quando retornamos para casa. Talvez seja também por isso que nossa música consiga funcionar fora da Baviera.
Não é necessário ter visto os Alpes ou compreender o dialeto bávaro para vivenciar uma melodia, uma tensão, o silêncio, a melancolia ou a alegria. A música pode nascer de uma Heimat muito específica e, ainda assim, conter algo universal. Vivenciamos isso repetidas vezes em nossos concertos, inclusive em lugares nos quais o público teve anteriormente muito pouco contato com a música folclórica bávara.
HALLO HEIMAT: Vocês conhecem artistas, ritmos ou estilos da música brasileira? Existe algum elemento dessa música que imaginam dialogando com a sonoridade do Maxjoseph? E podemos alimentar a expectativa de um dia ouvi-los no Brasil?
ANDREAS WINKLER: Naturalmente, conhecemos algumas das grandes tradições musicais brasileiras, como o samba e a bossa nova, mas não afirmaríamos ter explorado a música brasileira com profundidade suficiente para nos considerarmos especialistas. O que consideramos especialmente fascinante é sua diversidade rítmica e a maneira como muitos estilos musicais brasileiros conseguem combinar elementos musicais complexos com uma energia muito direta e vibrante.
Encontros com outras culturas musicais como essa são algo que consideramos muito inspirador. Certamente conseguimos imaginar o desenvolvimento de um diálogo musical a partir disso — mas não simplesmente pegando um ritmo brasileiro e colocando-o sobre a nossa própria música. Para nós, seria muito mais interessante encontrar músicos brasileiros, trabalhar com eles e descobrir o que poderia nascer dessa troca. E, naturalmente, adoraríamos nos apresentar no Brasil algum dia.
O Maxjoseph nunca esteve no país. A ideia de apresentar nossa música a um público geograficamente tão distante da Baviera e, ao mesmo tempo, descobrir as fascinantes conexões históricas entre Brasil e Alemanha é muito empolgante para nós.

Clay Schulze (@clay.schulze) é Presidente do Centro Cultural 25 de Julho de Blumenau, além de integrante do Männerchor Liederkranz e da Blumenauer Volkstanzgruppe.
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