Karsten renova sua cultura organizacional: conheça “O Jeito K de Ser”

Empresa blumenauense lança movimento que une tradição centenária e novos direcionamentos estratégicos para guiar equipes e lideranças.

Foto: divulgação

Fundada em Blumenau em 1882, a Karsten não é exatamente o tipo de empresa que precisa se reinventar para provar que existe. Com 143 anos de história e presença em mais de 20 países, a companhia têxtil já tem seu lugar garantido no mapa — mas isso não a impediu de olhar para dentro e questionar: como queremos ser daqui pra frente?

A resposta veio na forma de um movimento batizado de “O Jeito K de Ser – A Fibra que nos Conecta”, um conjunto de diretrizes que estabelece valores, competências e orientações práticas para guiar decisões, comportamentos e relações dentro da organização.

Não foi construído em uma sala fechada

Um detalhe que chama atenção no processo é a forma como ele foi elaborado. Em vez de contratar uma consultoria para entregar um manual pronto, a Karsten optou por envolver líderes e colaboradores de diferentes setores por meio de escuta ativa e workshops. A ideia era garantir que o resultado refletisse tanto a tradição histórica da empresa quanto os rumos estratégicos planejados para os próximos ciclos.

O propósito que emerge desse processo é direto: inspirar as pessoas a renovar a casa e a vida, com a visão de posicionar as marcas da companhia como agentes de transformação capazes de tornar o mundo mais confortável.

Os pilares do movimento

A iniciativa se estrutura em dois eixos principais.

  • O primeiro é formado por cinco valores: confiança, simplicidade, protagonismo, integridade e legado.
  • O segundo é a sigla FIBRA, que condensa as competências esperadas de todos na organização:

F — Foco no cliente
I — Inspirar pessoas
B — Busca por resultados sustentáveis
R — Relações que conectam
A — Atitude inovadora

Na prática, esses conceitos se traduzem em orientações do dia a dia: antecipar soluções para o cliente, estimular autonomia e protagonismo nas equipes, executar com disciplina e simplicidade, construir relações de confiança pela colaboração e tratar a inovação não como evento, mas como prática contínua.

O papel das lideranças

A Karsten deixa claro que a cultura não se dissemina sozinha. No modelo proposto, as lideranças têm papel central — e a responsabilidade vai além do discurso. Espera-se que os líderes traduzam os princípios em ações concretas: na forma de decidir, no que toleram, no que reconhecem e no apoio ativo à disseminação dos conceitos por toda a organização.

Primeiros sinais internos

Desde o início do movimento, a empresa afirma observar mudanças no engajamento interno. Indicadores de participação apontam maior envolvimento das lideranças e crescente interesse das equipes em compreender e incorporar os novos direcionamentos na rotina.

O movimento também conecta a evolução cultural à agenda ESG da companhia, reforçando que crescimento sustentável, decisões íntegras e responsabilidade andam juntos — e que, na visão da Karsten, crescer junto é a melhor forma de crescer.

Foto: divulgação
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Zico em Blumenau: liderança, seleção, Neymar, Copa do Mundo e futebol catarinense

 


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