Santa Catarina registrou alta de 5,5% na atividade econômica entre janeiro e julho de 2025, impulsionada principalmente pela indústria, comércio, serviços e turismo. O desempenho, acima da média nacional de 2,9%, garantiu ao estado a maior taxa de crescimento do país, empatado com o Pará.
Os dados fazem parte do Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), considerado uma prévia do PIB, divulgados nesta quarta-feira (24/09/25).
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A indústria catarinense avançou 5,3% nos últimos 12 meses, segunda maior taxa entre os estados pesquisados, superando a média nacional de 1,9%. O comércio cresceu 5,2% no mesmo período, frente a 2,5% do país. Já os serviços tiveram elevação de 5,6%, contra 2,9% no cenário nacional. O turismo também se destacou, com aumento de 8,2%, acima da média brasileira de 6,2%.
Comparação com outros estados
Apesar de o PIB de Santa Catarina não ser o maior do Brasil, a taxa de expansão no período foi a mais expressiva. Empatados no topo aparecem Santa Catarina (5,5%) e Pará (5,5%). Logo atrás estão Paraná (5%), Goiás (4,7%), Espírito Santo (3,9%) e Bahia (3,4%).
Governo atribui resultado à diversidade econômica
O governador Jorginho Mello destacou que o crescimento é sustentado por diferentes setores, reforçando a diversidade da economia catarinense. “O desenvolvimento de Santa Catarina é impulsionado por sua indústria sólida, pelo agronegócio e pelo turismo, mas a verdadeira força do estado é o espírito trabalhador do seu povo. Prova disso é o crescimento na abertura de empresas e a menor taxa de desemprego do mundo”, afirmou.
Para o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, a combinação de qualidade, inovação e investimentos públicos também explica o desempenho. “A economia de Santa Catarina é muito competitiva e diversificada. Os robustos investimentos em infraestrutura, energia e segurança fazem a diferença para este resultado positivo”, disse.
Crescimento regional
O levantamento também mostrou como foi o desempenho das regiões brasileiras no acumulado até julho:
- Centro-Oeste: +6,7%
- Sul: +3,5%
- Norte: +3,5%
- Nordeste: +2,1%
- Sudeste: +1,7%
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