Antes das máquinas e das linhas de produção, a visita começa em uma casa de 1916. É na Casa Haco, construção enxaimel de três andares em Blumenau, que clientes e profissionais do setor têxtil serão recebidos para conhecer uma história que começou com cadarços e hoje chega a mais de 40 países.
Entre os dias 18 e 21 de agosto, a Haco Etiquetas abre as portas de sua operação na Vila Itoupava para uma programação especial durante a semana da 19ª Febratex, período que leva profissionais da indústria têxtil de diferentes regiões a Blumenau.
As visitas serão realizadas diariamente às 9h, 14h e 16h, com duração aproximada de duas horas. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pela página da Haco Etiquetas.
A ideia é colocar os visitantes dentro da estrutura e mostrar a tecnologia usada para desenvolver soluções que ajudam marcas a construir sua identidade diante do consumidor.

De cadarços a bilhões de etiquetas
A dimensão atual contrasta com o começo da companhia. Fundada em 1928, a Haco nasceu produzindo cadarços e, ao longo de 98 anos, ampliou sua atuação até chegar a um portfólio com mais de 15 linhas de produtos.
Hoje, a empresa fabrica mais de 6 bilhões de etiquetas por ano e atende algumas das principais grifes e marcas de moda do Brasil e do exterior. A produção está distribuída em um complexo fabril com mais de 40 mil metros quadrados de área construída.
O catálogo inclui etiquetas tecidas e estampadas, cadarços, tecidos jacquard, transfers, bordados, etiquetas decorativas e de cós, lacres, metais, RFID, emborrachados, tags, sacolas e embalagens.
Além da sede em Blumenau, a companhia mantém unidades em Massaranduba (SC), Eusébio (CE) e Covilhã, em Portugal. A estrutura reúne mais de 1,3 mil colaboradores e atende mais de 40 países.

Uma casa que atravessou o século
O roteiro de agosto não começa no chão de fábrica. Primeiro, os visitantes passam pela Casa Haco, imóvel que ajuda a contar não apenas a trajetória da empresa, mas também um pedaço da história da região.
Construída em 1916, a casa enxaimel de três pavimentos já teve várias vidas. Antes de fazer parte do patrimônio da companhia, funcionou como clínica médica, hotel, banco e supermercado.
A família Conrad, fundadora da Haco, comprou a propriedade em 1976. Décadas depois, em 2007, a construção foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em 2018, passou por um amplo processo de restauração.
Atualmente, a Casa Haco preserva parte dessa memória e também funciona como espaço para eventos e experiências de relacionamento promovidas pela empresa.
Depois da recepção no imóvel histórico, o público segue para uma visita guiada pela fábrica, aproximando duas pontas da mesma trajetória: a memória de uma companhia quase centenária e a tecnologia usada atualmente em sua produção.

Encontros vão seguir para outras cidades
A programação em Blumenau abre ainda uma sequência de encontros que a Haco pretende realizar com clientes em diferentes pontos do país.
Depois da cidade catarinense, a agenda inclui São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. A proposta é estreitar o relacionamento com clientes e apresentar novidades do portfólio, entre elas uma nova unidade de negócios.
Visitas à Haco durante a Febratex 2026
Datas e horários: 18 a 21 de agosto | 9h, 14h e 16h
Onde: Haco Etiquetas, Vila Itoupava, Blumenau
Inscrição: clique aqui
Duração: aproximadamente duas horas
Experiência: recepção na Casa Haco e visita guiada pela fábrica
Inscrições: vagas limitadas, pela página de visitas da Haco.





