Grupo Secil assume 100% do controle acionário da Supremo Cimento de Pomerode

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Nova unidade da Supremo Cimento em Adrianópolis (PR) entrou em operação em abril | Imagem: Divulgação

Texto: Sabrina Hoffmann

A aquisição foi anunciada na última semana e culmina com o início da operação da nova unidade, em Adrianópolis (PR). Capacidade produtiva da empresa é de 2,1 milhões de toneladas ao ano.

Desde 2011 a Semapa, através do grupo Secil, possui participação em um empreendimento do setor de construção civil no Sul do Brasil. Foi neste ano que a companhia portuguesa do empresário Pedro Queiroz Pereira assumiu 50% da Supremo Cimento, de Pomerode (SC). Contrariando o momento delicado que vive o segmento no país, o grupo trouxe novos investimentos ao negócio e anunciou na última semana a compra dos demais 50% da Supremo.

A metade da companhia, que até então pertencia a um empresário brasileiro, foi adquirida através da NSOSPE Empreendimentos e Participações, sociedade brasileira controlada pela Semapa. Quem toma frente da Supremo é o executivo Carlos Abreu, atual diretor da Semapa e Secil.

O anúncio da aquisição vem ao encontro de um novo momento vivido pela Supremo. Em abril a companhia iniciou as operações de sua nova unidade de produção, localizada em Adrianópolis (PR). Somadas, as duas fábricas contam com capacidade de produção de 2,1 milhões de toneladas ao ano. Junto ao investimento está a entrada da companhia no Sudeste do Brasil, com foco principal em São Paulo. Os números envolvendo a operação não foram divulgados pelo grupo.

Sobre a Supremo

Fundada em 2003 em Pomerode (SC), a Supremo Cimento atua no setor de construção civil do Sul e Sudeste do Brasil, com os cimentos tipos CP II, CP IV e CP V. Conta com uma unidade em Adrianópolis (SP), com capacidade produtiva de 1,7 milhão de toneladas/ano. Junto com a matriz, a companhia conta com capacidade produtiva de 2,1 milhões de toneladas/ano. Possui centrais de concreto em Pomerode, Jaraguá do Sul, Joinville, Palhoça e Itajaí, todas em Santa Catarina.

 

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Matriz da Supremo Cimento, em Pomerode (SC) | Imagem: Divulgação