Um projeto 100% catarinense está chamando atenção no cenário nacional de inovação em saúde. O eGluco, dispositivo desenvolvido por pesquisadores da Udesc e parceiros, segue acumulando conquistas importantes e fortalecendo o monitoramento não invasivo da glicose no Brasil.
::: Siga OBlumenauense no WhatsApp ➡️ Clique aqui!
A versão mais recente, o eGluco 4, foi selecionada no edital da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em parceria com o Ministério da Saúde (MS) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Esse reconhecimento garantirá a produção inicial de 100 relógios, ampliando o acesso à tecnologia.
Outro marco relevante é que o eGluco tornou-se oficialmente uma marca registrada, passando a contar com propriedade intelectual tanto de hardware quanto de algoritmo. Essa conquista fortalece a base tecnológica do projeto e protege o desenvolvimento nacional.
O histórico do dispositivo também mostra resultados consistentes. A versão anterior, o eGluco 3, foi testada em 67 pacientes do Hospital de Azambuja, em Brusque (SC), com 97,6% de precisão na predição entre pacientes diabéticos. O resultado consolidou a relevância do projeto, que segue sendo aplicado em pacientes internados na UTI do mesmo hospital.
Já o eGluco 4 chega como um relógio de pulso não invasivo, capaz de medir a glicose sanguínea a partir de bioimpedância elétrica e outros sinais biomédicos. A proposta é oferecer mais praticidade, sem a necessidade de furos ou coletas frequentes de sangue.
Segundo o pesquisador da Udesc Joinville e líder do projeto, professor Pedro Bertemes Filho, a tecnologia busca aproximar a ciência do cotidiano das pessoas com diabetes, oferecendo soluções seguras, precisas e acessíveis. Mais informações sobre o projeto e suas atualizações podem ser encontradas no site oficial: egluco.bio.br.
▶️🛜Siga nossas redes sociais: Youtube | Instagram | X (antigo Twitter) | Facebook | Threads | Bluesky





