Comércio catarinense cresce 7% e tem segundo melhor desempenho do país

Volume de vendas no estado supera média nacional e se destaca em diversos setores ligados ao consumo das famílias.

Imagem: OBlumenauense

O catarinense comprou mais em 2025, o que refletiu em bons resultados na economia. Seja aquele sofá novo para a sala, o tênis da filha para a volta às aulas ou a passagem rápida no mercado para abastecer a geladeira. O fato é que o comércio varejista de Santa Catarina cresceu 7% entre janeiro e maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024, conforme dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (8/07/25).

É o segundo melhor desempenho do país, atrás apenas do Amapá (9%) — e bem acima da média nacional, que foi de 2,2%. Com esse ritmo, o estado ficou à frente de vizinhos como o Rio Grande do Sul (5,6%) e Paraná (2,2%), e também de grandes potências como São Paulo (1,8%) e Minas Gerais (1,9%).

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Os números mostram que não é só impressão: as lojas de roupas e calçados voltaram a ter movimento, os supermercados seguem firmes no ritmo de carrinhos cheios e até as vitrines de perfumes, cosméticos e itens de beleza tiveram seus momentos de brilho. Os setores que mais se destacaram foram os de artigos de uso pessoal e doméstico (com alta de 15,5%), hipermercados e supermercados (8,1%) e vestuário e calçados (7,2%). Na sequência, aparecem produtos farmacêuticos (6,2%), combustíveis (4,1%) e móveis e eletrodomésticos (3,9%).

Essa movimentação está diretamente ligada ao bom momento da economia catarinense. Com mais gente trabalhando e empreendendo — e com o dinheiro circulando —, as compras do dia a dia viraram combustível para o crescimento. Seja o dono de uma loja em Blumenau, a frentista em Chapecó ou a balconista em Joinville, todo mundo sentiu um pouco dessa roda girando mais rápido.

E não parou por aí. No comércio ampliado — que inclui veículos, motos, peças e materiais de construção —, Santa Catarina também avançou. As vendas de materiais de construção, por exemplo, cresceram 8,8%, o que mostra que muita gente colocou a mão na massa e tirou aquela reforma do papel. Já o setor automotivo teve alta de 3,6%, enquanto o atacado foi o único a registrar queda, com recuo de 2,1%.


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