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Cientistas chineses isolaram anticorpos que podem ser eficazes contra o Covid-19

 

 

 

Foto: Ahmad Ardity [Pixabay]

 

As defesas do nosso organismo, ou seja, os anticorpos, são os principais responsáveis pela recuperação em enfermidades, de forma natural ou com o uso de medicação. No início de janeiro, o cientista Zhang Linqi, da Universidade Tsinghua, de Pequim; e um grupo do 3º Hospital Popular de Shenzhen, começaram a analisar os anticorpos do sangue de pacientes que tinham se recuperado da Covid-19.

Foram isolados 206 anticorpos monoclonais que mostraram forte capacidade de se ligar às proteínas do novo coronavírus. Desse total, cerca de 20 foram testados e quatro conseguiram bloquear a entrada viral. Mas apenas dois tiveram um resultado satisfatório.

Agora os anticorpos mais fortes serão identificados para combiná-los e diminuir o risco do novo coronavírus sofrer mutação. Isso não significa que já teremos uma vacina, mas o tratamento poderia ser aplicado em pessoas que estão no grupo de risco para tentar evitar que se contagiem com a Covid-19.

Zhang disse que um remédio feito com esses anticorpos isolados na pesquisa poderia ser mais eficaz do que as abordagens atuais. Um exemplo citado por ele são os tratamentos feitos com plasma, que ficam condicionados ao tipo de sangue do paciente.

Ainda não há um tratamento aceito pela comunidade médica mundial como eficaz contra a doença que surgiu na China. A pandemia que se espalhou pelo mundo já matou mais de 48,5 mil pessoas e infectou aproximadamente 703,5 mil. A taxa de recuperação da doença está em 80,69% e mais de 202,9 mil pacientes venceram a Covid-19.

Se o trabalho realizado nessa pesquisa obtiver o sucesso desejado, desenvolvedores interessados poderiam produzi-los em massa para testes. Mas o processo terá que começar primeiro em animais e para depois ser testado em humanos.

Uma empresa de biotecnologia sino-norte-americana teria fechado parceria com os pesquisadores chineses na tentativa de “apresentar diversos candidatos para uma intervenção profilática e terapêutica”. O processo de testes em humanos normalmente demora no mínimo dois anos, mas pode ser apressado em função da necessidade urgente de uma solução.

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