Uma trabalhadora do transporte coletivo de Blumenau foi vítima de agressão na noite de quarta-feira (11/02/26), enquanto exercia suas funções no Terminal Urbano da Fonte. O episódio provocou reação imediata do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Blumenau e Região (Sindetranscol), que divulgou nota de repúdio e voltou a cobrar medidas de segurança permanentes nos terminais da cidade.
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Segundo o sindicato, a funcionária da Blumob foi surpreendida por três usuárias, que a atacaram com socos e empurrões. A cena foi gravada por passageiros que estavam no local. As imagens mostram o momento em que as agressoras partem para cima da trabalhadora, e a situação só é contida após a intervenção de pessoas que presenciaram a confusão.
De acordo com o Sindetranscol, a trabalhadora estava no exercício de suas atividades quando sofreu a agressão, considerada pela entidade como injustificável e violenta. O sindicato informou que mantém contato permanente com ela e que está oferecendo o suporte necessário neste momento.
Após o ocorrido, foi registrado Boletim de Ocorrência e realizado exame de corpo de delito. O caso agora está sob investigação da Polícia Civil, que irá esclarecer as motivações que causaram as agressões.
Cobrança por vigilância fixa
Na mesma nota, o sindicato direcionou críticas à concessionária Blumob e à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), cobrando providências imediatas para reforçar a segurança nos terminais urbanos.
A entidade afirma que há tempos defende a presença permanente de vigilantes nos locais, como forma de inibir situações de violência. Para o sindicato, o convênio atual com a Polícia Militar não é suficiente, já que as rondas esporádicas não garantem proteção contínua aos trabalhadores e passageiros.
O Sindetranscol também declarou que o episódio não é isolado e que faz parte de uma sequência de casos de violência registrados no sistema de transporte. Na avaliação da entidade, é necessário investimento efetivo em segurança preventiva para evitar novas ocorrências.
Ao final da manifestação, o sindicato reforçou que não aceitará a normalização de agressões contra profissionais do setor e defendeu que trabalhar com dignidade é um direito, cabendo ao município e à empresa assegurar condições adequadas de segurança.
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